Sabá

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Sabá

Mensagem  leojaco25 em Seg Jan 30, 2012 6:28 pm

Sabá

Os eternos inimigos da Camarilla, possuem uma visão bem diferente do que se é ser um vampiro. De acordo com a perspectiva do Sabá os vampiros são predadores, por isso não tem a necessidade de protegerem ou se esconderem dos mortais. As práticas e crenças do Sabá são sempre violentas, refletindo sua condição de predadores amaldiçoados. Apesar de só haverem dois clãs totalmente filiados ao Sabá, vampiros de muitos outros clãs tem sua antitribu entre suas fileiras. A antitribu de um clã geralmente apresenta uma visão mais distorcida das características e da ideologia geral do clã principal. Os Brujah antitribu, por exemplo levam sua rebeldia ao extremo da selvageria, enquanto os Malkavian antitribu são verdadeiros psicopatas.

História da Seita
A seita monstruosa conhecida como Sabá, é a arqui-inimiga da Camarilla. Vistos como selvagens irracionais e demônios com sede de sangue tanto pela Camarilla como pelos Membros Independentes, o Sabá tem uma fama terrível entre a sociedade dos Amaldiçoados, e por boas razões; razões estas que não são só as apontadas pelos Membros. Enquanto os Membros da Camarilla se conformam em se esconder entre os mortais e manter os destroçados vestígios de sua Humanidade, o Sabá prefere uma filosofia diferente. Recusando-se a se acovardar frente aos humanos como cães assustados, ou agir como peões nos esquemas dos anciões, os vampiros do Sabá preferem festejar sua natureza não-viva.
O Sabá argumenta que os vampiros estão acima dos mortais, que são meramente comida ou diversão. O sangue vampírico não é mais forte do que a vitae mortal? Os vampiros não possuem poderes sobrenaturais com os quais podem se afirmar acima das massas bovinas? Quem precisa da moral inoportuna dos mortais quando se é um monstro imortal bebedor de sangue? O Sabá, contudo, envolve muito mais do que uma simples carte blanche para agir tão abominavelmente quanto quiserem. Os vampiros do Sabá são alienígenas inatos e o seu comportamento reflete isso.
Os vampiros do Sabá não querem um lugar entre os humanos ou entre os que querem ser humanos. Eles vêem a raça humana como mero sustento e não têm a habilidade de se relacionar com vampiros que não aceitam essa natureza. Eles até se rebelam contra suas solitárias não-vidas, viajando em selvagens grupos nómades ao invés de viverem existências solitárias e secretas. Por esta razão, existe muita tensão dentro do Sabá, e o ambiente da seita frequentemente sofre por causa disso. As cidades controladas pela seita estão entre as mais violentas que existem, competindo por esta duvidosa honra estão somente os lugares onde o Sabá e a Camarilla lutam pela supremacia. A cidade do México, Detroit, Miami e Montreal estão todas dentro da esfera de ação do Sabá. Entre as cidades em disputa estão Nova York, Washington, Buffalo e Atlanta. Cidades sob o controle ou disputadas pelo Sabá são lugares explosivos e voláteis; assassinatos noturnos, estupros e roubos acontecem o tempo todo. No Mundo das Trevas, estas cidades estão cada vez mais próximas do bizarro e mais distantes do que é humano, abandonadas às depredações de monstros que rondam suas vielas escuras.
Dessa forma, o Sabá ameaça todas as cidades que toca, infestando como um câncer as comunidades que se mantêm inconscientes até que os bandos guerreiros caiam sobre elas. Apesar de ser discutível se o Sabá é mais maligno do que os anciões da Camarilla, a seita é quase que universalmente mais descarada, aterrorizando a população mortal com jogos insidiosos e destruição premeditada.
Agora, mais do que nunca, o Sabá colocou a Camarilla em xeque. Muitos neófitos da Camarilla, frustrados pelo poder inatingível e a ineficaz estagnação dos anciões, juntaram-se ao Sabá em protesto. Várias cidades que antes eram bastiões da força da Camarilla estão agora em disputa ou se encontram num beco sem saída. Os príncipes da Camarilla temem a crescente onda do Sabá e por um bom motivo: suas não-vidas e a dos Membros de suas cidades estão em jogo. Por isso, membros do Sabá encontrados numa cidade da Camarilla não devem esperar misericórdia, pois os príncipes e primigênies iram esmagar sem dó quaisquer agentes desta seita rebelde e infernal. Muitos neófitos, com o desejo de agradar seus senhores e construir um lugar para si dentro da Camarilla, ajudam seus anciões na perseguição ao Sabá. Parece que eles preferem o mal que já conhecem ao mal sobre o qual já ouviram tantas histórias de terror.

Práticas e Organização
A cultura Sabá gira muito em torno dos princípios gémeos da lealdade e liberdade. Os vampiros, como seres superiores, são livres para fazer o que querem, contanto que permaneçam leais ao Sabá, para que suas liberdades não sejam comprometidas pelas maquinações dos anciões. Acima de tudo, os Sabás se negam a se colocarem sob o domínio dos Antediluvianos; muitos dos esquemas da seita envolvem maneiras de frustrar, ou pelo menos sobreviver à Gehenna. Diz-se que os dois clãs fundadores, o Lasombra e o Tzimisce, teriam cometido diablerie e destruído seus progenitores, e os outros vampiros do Sabá seguem suas lideranças, esperando um dia poderem fazer o mesmo.
Contudo, rivalidades internas, jogos de poder e vinganças antigas rasgam o clã por dentro e o Sabá frequentemente dá dois passos à frente e três para trás. A seita não tem uma liderança verdadeira e abrangente; é uma hidra, voltando atrás para morder a si mesma e aos seus inimigos mesmo quando está vencendo em números e influência.
Com exceção dos Tzimisce e Lasombra, que são os pastores da seita, os próprios vampiros do Sabá clamam zombando serem "anticlãs", ou antitribu, de seus clãs originais. Alguns vampiros do Sabá se envolvem abertamente com satanismo, paganismo ou outras creanças não-convencionais para ofender a decência dos que se levantam contra eles. Perversão e brutalidade são as ferramentas do Sabá e a seita as usa com uma impiedosa habilidade. O núcleo do Sabá é o "bando", uma dispersa confederação de vampiros oficialmente unida em prol de um único objetivo. "Bandos" do Sabá podem ser nómades, viajando de cidade em cidade, deixando atrás de si apenas morte e destruição, ou podem se estabelecer permanentemente. Por serem os vampiros primariamente predadores solitários, forçar a companhia uns dos outros por períodos prolongados certamente afeta cada um dos Membros que formam o "bando".

Rituais
Os vampiros do Sabá, ao serem Abraçados, são enterrados no chão sem a menor cerimónia. O ritual subsequente de cavar um caminho às cegas para fora da terra fria depois de ter sua cabeça rachada por uma pá, despoja a maior parte da Humanidade de um neófito do Sabá. Ele estará então pronto para se juntar aos seus companheiros de seita como um monstro ao invés de um mortal fraco e chorão.
O Sabá corrompe e distorce muitas das convenções criadas por instituições às quais se opõe. Muitos dos rituais e práticas da seita são originários da Igreja Católica, inclusive a prática do Vaulderie, uma distorção da Eucaristia onde cada vampiro bebe de um cálice com a vitae de todos os vampiros para fortalecer sua lealdade.
Os vampiros do Sabá também participam de muitos outros rituais, aparentemente incontáveis. A seita faz uso regular do fogo, de serpentes, da violência e do sangue em seus rituais, que podem tomar a forma de danças com fogo, manejo de cobras, tortura, matanças cerimoniais ou outras práticas degradantes. O propósito dos rituais é o de criar solidariedade entre os membros do bando, que levam não-vidas tensas e hostis e estão propensos a turbulências e desconfiança.

Ofícios
Devido à sua desorganização, o Sabá mantém numerosos refúgios para seus membros. Cada bando costuma possuir um sacerdote, que lidera o bando em seus rituais e demais afazeres. Os ofícios de arcebispo (o vampiro que supervisiona as atividades do Sabá em uma cidade) e bispo (um vampiro que ajuda o arcebispo e faz cumprir os seus desejos) despertam grande respeito entre os vampiros nas cidades em que estes Membros são encontrados. Acima destes ofícios estão os dos cardeais, que coordenam a influência do Sabá em uma dada região, e os dos prisci (em singular, priscus), que atuam como conselheiros para o líder "supremo" da seita, o Regente. O braço marcial do governo compreende os templários e paladinos, que servem como assassinos e guarda-costas para o Regente, os prisci e os cardeais. Revelações perturbadoras são feitas sobre uma "seita dentro da seita", conhecida como a Mão Negra, mas estas são muitas vezes referências equivocadas à própria seita, que já usou esta alcunha antes.

A Visão de quem está de fora

A Camarilla
Eu ouvi que os Sabás bebem o sangue uns dos outros e queimam os seus senhores até as cinzas em suas reuniões. Eu já estive em cidades do Sabá antes e elas estão em ruínas, sendo violentos pedaços do inferno no Primeiro Mundo. Você sabia que eles brincam com cobras, praticam magia negra e se enterram vivos? Como se ser um vampiro não fosse maldição suficiente - eles ainda ficam invocando o Demônio!
- Pentangellis, neófito Tremere

Os Independentes
São insidiosos, os do Sabá. Pelo menos na Camarilla você sabe que vai ser apunhalado pelas costas. Estes maníacos do Sabá te vendem uma apólice de seguro enquanto queimam o seu refúgio e penduram sua irmã de cabeça para baixo no porão. Contudo, não ceda jamais, pois se eles te respeitarem é mais provável que queimem a casa de outro.
- Zander, Ravnos comerciante no mercado negro

Os Clãs Governantes do Sabá

Os Lasombra são os mestres da escuridão e das sombras, possuindo um talento para a liderança tão aguçado quanto o dos Ventrue. De fato, muitos Membros vêem os Ventrue e os Lasombra como reflexos distorcidos um do outro.
Houve um tempo em que os Lasombra foram nobres, mas o caos da história dos Membros e a formação do Sabá fizeram muitos deles deixarem para trás as suas origens. Agora, os Lasombra se entregam totalmente à maldição de serem vampiros.
O Sabá afetou os Lasombra tão profundamente quanto o clã afetou o Sabá, e sem a administração desses aristocratas decaídos, o Sabá provavelmente iria se desintegrar.

Outrora os tiranos do leste europeu, os Tzimice irromperam de seus presbitérios nos Velhos Países e fixaram suas garras no Sabá. Possuidores de uma nobreza peculiar, unida com a crueldade que transcende a percepção mortal, o clã Tzimisce lidera o Sabá em sua rejeição a todas as coisas humanas.
Os escritos antigos de certos Membros dizem que os Tzimisce já foram o clã mais poderoso do mundo, mas que a história e os demais Membros conspiraram para deixá-los em seu estado atual.
Mais do que quaisquer outros vampiros, eles se deliciam em sua monstruosidade. Praticam a Disciplina Vicissitude que usam para desfigurar seus inimigos, esculpindo sua carne e ossos em formas horrendas.

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Cargos do Sabá

Mensagem  leojaco25 em Sab Fev 18, 2012 5:07 pm


O Sabá não é uma seita com uma estrutura bem definida, mas ao contrário da Camarilla uma posição só é dada a pessoas de liderança e confiáveis. Um líder no Sabá é justamente um líder. A maioria dos líderes do Sabá vem dos clãs Lasombra e Tzimisce, sendo que a posição mais alta de liderança dentro do Sabá é a de regente. Apesar de não ter poderes absolutos o regente é muito respeitado. Houveram até hoje apenas 4 regentes, 3 Lasombras contando com a atual, Melinda, e um Tzimisce.

REGENTES
É o que coordena os principais planos em grande escala da seita. Ele é apoiado por um consistório de vampiros poderosos, tem pouco domínio sobre a seita como um todo. As suas preocupações consistem em entreter luminares da seita, ouvir relatórios de progresso, tramar contra outros vampiros e decidir manobras táticas ou estratégicas.

CARDEAIS
Supervisionam grandes áreas sob a influência do Sabá. Como chefes de arcebispos, eles coordenam a seita em suas cidades, fornecendo as diretrizes da grande Jyhad. O posto é muito mais abrangente do que a administração regional, sendo responsáveis pelas cruzadas - uma obrigação direta deles trazer as cidades que se encontram dentro de suas dioceses para debaixo do domínio do Sabá. Quase todos os cardeais são temidos por aqueles que estão abaixo deles, pois o imenso poder físico e político que possuem transformam-nos em adversários terríveis. Atualmente existem apenas 13 Cardeais, mas com a atual política expansionista do Sabá progredindo tão bem em breve deveremos ter mais Cardeais.

PRISCUS
São membros preeminentes de muita idade ou poder, selecionados pelo consistório para fazer parte da hierarquia como conselheiros. Ele não são responsáveis por manter a influência do Sabá em uma cidade, mas sim oferecem conselhos únicos para os demais integrantes, particularmente o regente, os cardeais e arcebispos, embora muitos de seus difamadores digam que eles usam seu poder e influência política somente em proveito próprio. Grande parte dos Priscis pertence ao clã Lasombra, Tzimisce ou Toreador Antitribu. O Priscis tem poder político para desafiar, embora um Priscus não possa desafiar o Cardeal. A união dos Cardeais e dos Priscis formam o círculo interno do Sabá, e o círculo pode depôr ou passar por cima das decisões do Regente.

ARCEBISPO
Cuidam dos assuntos noturnos de uma única cidade, muitas vezes na condição do vampiro mais poderosos do local. Escolhidos pelo cardeal de uma dada região, eles são responsáveis por todos os vampiros abaixo deles e devem se preocupar com a manutenção da cidade em vista dos interesses do Sabá. Ele é a principal autoridade espiritual de uma cidade. A maioria deles foi sacerdote de bando antes de alcançar o cargo. Essa posição é a resposta do Sabá ao príncipe da Camarilla, um Arcebispo controla uma cidade, referindo-se a ela como arquidiocese.

BISPO
Se uma cidade não possui nenhum arcebispo, ela normalmente hospeda um conselho de três a cinco bispos, dependendo de seu tamanho. Os bispos freqüentemente são escolhidos dentre os sacerdotes dos bandos, embora muitos tenham origem entre os Ducti. São os responsáveis pela parte financeira e de segurança da seita, podendo agir sozinhos ou em conjunto, do jeito que melhor interessar a seita. Quase sempre os Bispos controlam regiões da cidade denominadas dioceses. Membros do Sabá tem seu direito de reclamar e fazer requerimentos aos bispos, mas se negarem-lhe um favor passam a ser considerados deslais pelos outros membros. Administrando os bandos individuais estão os Sacerdotes. O Sacerdote normalmente é um líder treinado, mas pode não ser o único dentro do bando, os Sacerdotes agem como um emissário do bispo na cidade, sendo também que ele é treinado em rituais Sabá.

DUCTUS
São líderes de seus bandos, atendem as questões operacionais de seus cargos. Como a maioria dos bandos têm de três a sete membros, os Ducti podem ser comparados a líderes de gangues ou chefes de pequenas tribus. O título é extremamente honroso e indica o reconhecimento do vampiro como o membro mais talentoso do bando. Ele pode convocar esbats (reuniões entre os membros de um bando) e são responsáveis por distribuir tarefas entre os membros de bando, de acordo com as necessidades do grupo.

SACERDOTE
São os responsáveis pelo bem-estar espiritual dos membros de um bando. A maioria é do Clã Tzimisce, mas qualquer clã pode tornar-se um sacerdote. Respondem diretamente ao Dustus, oficia todos os ritae celebrados pelo bando e normalmente cria alguns para uso exclusivo de seu bando. O sacerdote é tanto um conselheiro como um bruxo.

TEMPLÁRIOS / PALADINOS
Misteriosos e reservados, são os guarda-costas dos Arcebispos, Prisci, Cardeais e outros líderes importantes da seita. Eles satisfazem os desejos daqueles que protegem, chegando mesmo assassinar seus oponentes - mesmo que estes também pertençam ao Sabá. Por esta razão, os Paladinos são vistos com desprezo por muitos, principalmente os Membros da Mão Negra. Os templários podem assumir qualquer forma, desde cavaleiros quase medievais até assassinos modernos e ninjas.[/size]


Última edição por leojaco25 em Sab Fev 18, 2012 5:13 pm, editado 1 vez(es)

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Códigos e Práticas do Sabá

Mensagem  leojaco25 em Sab Fev 18, 2012 5:12 pm

Lei de Talião

A lei de talião (do latim Lex Talionis: lex: lei e talis: tal, parelho), também dita pena de talião, consiste na rigorosa reciprocidade do crime e da pena — apropriadamente chamada retaliação. Esta lei é freqüentemente expressa pela máxima olho por olho, dente por dente. É uma das mais antigas leis existentes.

Código de Milão

I. O Sabá manter-se-á unido em seu apoio ao Regente da Seita. Se for necessário, um novo Regente será eleito. O Regente apoiará a luta contra a tirania, garantindo a liberdade à todos os Membros do Sabá.

II. Todos os Membros do Sabá devem dar o melhor de si para servir seus líderes contanto que estes sirvam a vontade do Regente.

III. Todos os Membros do Sabá devem celebrar respeitosamente todos os Auctoritas Ritae.

IV. Todos os Membros do Sabá devem manter sua Palavra de Honra uns para com os outros.

V. Todos os Membros do Sabá devem tratar seus semelhantes com justiça e igualdade, sustentando a Força e a Unidade do Sabá. Se for necessário, eles devem suprir as necessidades de seus Irmãos.

VI. Todos os Membros do Sabá devem colocar o Bem da Seita e o da Raça dos Cainitas acima de suas próprias necessidades, a qualquer custo.

VII. Aqueles que não Honrarem este Código não deverão ser tratados como Iguais, e portanto, não são dignos de Assistência.

VIII. Como sempre foi, sempre será. A Lei de talião será o Modelo Imortal de Justiça pelo qual todos os Membros do Sabá devem se guiar.

IX. Todos os Membros do Sabá devem proteger uns aos outros contra os Inimigos da Seita. Inimigos pessoais devem continuar sendo uma responsabilidade pessoal a não ser que tenham o potencial de enfraquecer a segurança da Seita.

X. Todos os Membros da Seita devem proteger os Territórios do Sabá contra Forças Externas.

XI. O Espírito da Liberdade deve ser o Princípio Fundamental da Seita. Todos os Membros do Sabá devem esperar e exigir Liberdade de seus Líderes.

XII. O Rito de MOnomacia deverá ser usado para resolver Disputas entre os Membros do Sabá.

XIII. Todos os Membros do Sabá devem Apoiar a Mão Negra.

Anexo ao Código de Milão

XIV. Todos os Membros do Sabá têm o direito de Monitorar o Comportamento e as Atividades de seus Companheiros de Seita a fim de manter a Liberdade e Segurança.

XV. Todos os Membros do Sabá têm o direito de Invocar um Conselho formado por seus semelhantes e Líderes Imediatos.

XVI. Todos os Membros do Sabá devem tomar Ações contra os Membros da Seita que usarem os Poderes e Autoridade concedidos pelo Sabá em Benefício Próprio. Contudo, tal Atitude deve ser tomada através de Meios Aceitáveis e Aprovada por um Quorum de Prisci.

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Re: Sabá

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